Em 1856, o Major Máximo Blanco Rodríguez l
Sua vitória foi total.
Seu nome, no entanto, foi apagado.
Las Aguas Amargas del San Juan reconstrói – com rigor documental e narrativa épica – a campanha que transformou o destino do país, mas foi silenciada pelos interesses daqueles que temiam a ascensão de seu próprio herói.
Este primeiro livro abre a ferida, ilumina a verdade e traz de volta à memória
A conspiração do silêncio.
Por mais de um século, a Campanha de Trânsito foi distorcida, reduzida ou totalmente omitida.
Este livro mostra o motivo.Com base em diários proibidos, arquivos militares, correspondência diplomática e documentos esquecidos na Costa Rica, nos Estados Unidos e na Europa, Águas Silenciadas revela que o esquecimento de Máximo Blanco – e da campanha do rio – não foi um acidente.
Foi um pacto político, sustentado desde o fim do regime de Moro até a criação da Segunda República no século XX.Este volume desmonta o silêncio e nomeia seus arquitetos.
Livro III – A fronteira da água (em breve) O litígio sem fim.
A rota do rio San Juan não é apenas história: é geopolítica viva.
O tratado Cañas-Jerez, o Prêmio Cleveland, a disputa da Ilha Calero, os conflitos de navegação e mais de um século de arbitragem internacional moldarama fronteira mais frágil e simbólica da América Central. Este terceiro livro traça as principais disputas que surgiram após a campanha de 1856-1857 e mostra como suas sombras ainda definem nossa relação com o rio, com a Nicarágua e com o futuro interoceânico da região.
Toda a trilogia constrói uma ponte entre e a guerra, o silêncio e a lei:
a memória que ressurge, o silêncio que entra em colapso e a fronteira que finalmente é iluminada.